Citações #22: Churchill

Sempre tem aquela horinha em que você só fica zoneando pela internet. Gosto dessas horas para procurar algumas citações, quando não as pego de livros que estou lendo no momento. É quase uma atividade corriqueira que tem um tempo que eu não fazia. Essa de Churchill, por exemplo, é muito cara para mim, tanto por eu gostar de política como porque ela pode ser adaptada para outras situações – pois é, de novo o Selo Bela Gil de qualidade (risos). Mas, novamente, veja se não estou certa (de novo)!

churchill

Neste caso, eu sugiro experimentar um livro. Com Harry Potter, por exemplo, eu morri ao menos sete vezes.  E não foi nada fácil…

Citações #19: Luís Fernando Veríssimo

…e um tequinho de crônica.

Ler livro é um ato comum. Qualquer pessoa alfabetizada e minimamente capacitada fisicamente consegue abrir um livro e passar as páginas. O extraordinário é quando o interpretamos; quando enxergamos nas entrelinhas por que o autor escolheu tal palavra. Talvez como fator ambíguo? Talvez para fazer o leitor, justamente, duvidar do que acontece?

Desde que me formei em Letras, eu tenho um carinho especial pela Língua Portuguesa e, de maneira especial, por sua sintaxe tão permissiva. Pois é como nos diz Veríssimo:

A sintaxe é uma questão de uso, não de princípios.
Escrever bem é escrever claro, não necessariamente certo.
Por exemplo:
dizer “escrever claro” não é certo, mas é claro, certo?

Ultimamente, eu tenho me libertado de muitos preconceitos linguísticos arraigados pela norma padrão da gramática. A leitura foi muito importante para isso, mas mais libertador foi o fato de eu começar a escrever literatura. De eu também tentar escrever claramente, ou escrever com ambiguidade. Escrever pensando que são pessoas ali falando, e não meros robôs, além do fato de que não serão robôs que o lerão. E percebo que isso apenas enriquece o texto, mostrando personalidades. Pois nós conhecemos um personagem tanto pela maneira com que ele age – o que o autor nos descreve -, como pela maneira que ele fala.

É muito bom conseguir enxergar isso no texto alheio. Mas tão bom quanto é enxergar no seu. Quanto à sintaxe? Deixo ela pros gramáticos.