[Conto] Igualmente doce

A sensação de Renato era a de que o cheiro de sangue ainda estava impregnado em cada parte de seu corpo. O banho não havia sido o bastante, mesmo tendo se esfregado até a pele doer, e nem mesmo queimar as roupas tinha eliminado de sua mente aquele horrível odor metálico. Talvez, se entrasse no banheiro, encontraria algo ainda sujo de sangue. Ou talvez aquilo fosse coisa de sua cabeça. Ainda assim foi até o banheiro e procurou em todo canto dos quatro metros quadrados por uma mísera mancha vermelha. O banheiro estava tão limpo quanto a água sanitária e o desinfetante poderiam permitir. As embalagens de um litro estavam vazias, no lixo, uma vez que Renato as utilizara completamente. Precisava livrar-se da sujeira que inundara aquele lugar.

***

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