“O duque e eu”, Julia Quinn

Eu sempre gostei de livros de romance. Então, quando vi o lançamento da segunda edição de “O duque e eu”, o primeiro livro da octologia Bridgerton, logo o favoritei para não me esquecer de lê-lo. Mas, quando fui lá no Skoob, eis a surpresa: a capa que me remetia à Jane Austen também tinha uma capa clichezérrima que qualquer “livro de banca” se orgulharia em ostentar! Fiz até uma reflexãozinha básica no Facebook sobre o poder da capa. Isso não me fez desistir de lê-lo… apenas me fez lê-lo mais rápido, afinal, a chance de encontrá-lo em e-book era ainda maior!

2ª Edição: Ed. Arqueiro – 1ª Edição: Ed. Nova Cultura

Por fim, li “O duque e eu” em um dia inteiro. Sim, é um romance primeiramente classificado como “Clássicos Históricos” (em minha opinião, o topo dos romances sensuais de banca), com cenas quentes, sensuais, personagens interessantes e com a profundidade necessária para você não se perder como me aconteceu em Guerra dos Tronos. Meu primo até me disse sobre a variedade literária que possuo… Com livros de Umberto Eco, Nietzsche, Rowling, Draccon, Austen, Meyer e Quinn povoando minha estante (ou o HD de meu computador). E antes que me condenem: todo e-book lido e devidamente aprovado, transforma-se em livro físico em minha estante! Ninguém entende por quê… Às vezes nem eu, mas dizem que Freud explica (risos).

Mas, voltando.

O Duque, Simon, é um rapaz atormentado que prometeu não se casar. Então, faz um acordo com a irmã de seu melhor amigo, Daphne Bridgerton. Eles fingem estarem interessados um no outro para que as pretendentes de Simon se afastem e, de quebra, Daphne fique nos holofotes para que outros pretendentes se interessem por ela, seduzidos pela curiosidade do que um duque viu na filha da viscondessa.

E como todo romance que se preza, “O Duque eu eu” tem cenas engraçadas, tensas e que te fazem sorrir. É fácil querer colocar Simon no colo pra dizer-lhe que as coisas não são tão ruins quanto ele pensa. Além disso, você se pega querendo saber mais sobre os irmãos de Daphne (cuja irmã de dez anos é simplesmente maravilhosa, embora apareça pouco). E Daphne, com seu humor único e – às vezes – até censurável por se falar da Inglaterra do século XIX, é uma personagem fácil de se gostar.

Recomendo “O Duque e eu” para quem é fã de romances e leituras leves. Ou para quem, simplesmente, terminou uma leitura intensa cheia de complôs e traições, como foi o meu caso com Guerra dos Tronos.

Portanto, como não poderia ser diferente, diante de “O Duque e eu” só sei que quero ler os outros sete livros da série, cada qual contando sobre um irmão Bridgerton. Julia Quinn definitivamente me ganhou com seus romances.

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