Adquirindo manias

 Ou: por que ler mais de um livro ao mesmo tempo?

Eu nunca tive o hábito de ler mais de um livro de uma vez. Era sempre um livro, um universo a ser assimilado, um personagem adorado a cada tempo, um aprendizado por volume. Esse era meu jeito de ler desde a 6ª série, quando iniciei minha vida de leituras.

No entanto, de uns tempos para cá minhas prioridades têm mudado a ponto de eu ter várias leituras ao mesmo tempo. Estudo para concurso, leitura de livros teóricos, além, claro, da literatura que não deixo de lado. Então, para me organizar nessas leituras variadas – muito embora organização não seja bem a minha cara -, eu foco o dia da semana, ou o momento, no qual cada uma terá sua vez.

Eu organizo meus estudos, é claro, afinal ainda pretendo melhorar minha situação financeira (a atual é uma vergonha…). No entanto, como não sou de ferro, nas segundas, quartas e sextas, quando só vou conseguir respirar devidamente depois das nove horas da noite, eu não encontro coragem para estudar, então… Vou aprender alguma coisa. (rsrs).

Meu foco atual é o livro de teoria que estou lendo no momento. Nestes últimos dias é “Notas da Teoria Literária”, de Afrânio Coutinho, o qual pretendo fazer um comentário assim que o terminar. Para quem não sabe, sou formada em Letras, e Teoria da Literatura se tornou minha paixão na faculdade, e tão logo consiga, pretendo fazer pós nessa área.

No entanto, há aqueles momentos em que o que queremos mesmo é nos desvincular da realidade. Então, me refugio nos deliciosos livros literários (de preferência, Literatura Fantástica), que nos fazem viajar sem sair do quarto, amar sem ter o coração partido e chorar sem carregar tristeza alguma depois da página virada. Mas, há sempre a fantasia certa a se mergulhar. O atual é “Eriana – Filha da Morte e Vida”, de Marcelo Paschoalim. Esse livro tem dias certos: segunda, quarta e sexta-feira, quando estou nos meus vinte minutos de bicicleta ergométrica depois da musculação. Afinal, ninguém merece se distrair com aquelas revistas de salão de beleza.

E ainda tem o livro que está no meu celular. Sim, minha vontade é detonar meus olhos (de acordo com a minha mãe..rsrs). Esse é o livro que leio quando estou na cama, quase indo dormir, para sentir sono. Não que o livro seja ruim, muito pelo contrário. É a luz do celular que me dá sono… Sinto como se fosse meu pai, que é só se sentar na frente da TV que, em cinco mintuos, já está roncando. Este livro é “A Busca do Graal, livro 01: O Arqueiro”, de Bernard Cornwell.

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2 comentários sobre “Adquirindo manias

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